Terra Vermelha

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Terra Vermelha, um filme de Marco Bechis

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SINOPSE
Mato Grosso do Sul, Brasil, 2008. O suicídio de duas meninas Guarani-Kaiowá desperta a comunidade para a necessidade de resgatar suas próprias origens, perdidas pela interferência do homem branco. Um dos motivos do desaparecimento gradual da cultura reside no conflito gerado pela disputa de terras entre a comunidade indígena e os fazendeiros da região. Para os Kaiowás, essas terras representam um verdadeiro patrimônio espiritual e a separação que sofreram desse espaço é a causa dos males que os rodeia. Uma disputa metafórica é criada. A compreensão e o diálogo buscam espaço nesse antigo conflito. Enquanto isso, o jovem Osvaldo, que vive um terrível embate contra o desejo de morrer, vai furtivamente buscar água no rio que corta a fazenda e conhece a filha do fazendeiro. Um encontro em que a força do desejo transpassa e ao mesmo tempo acentua o desentendimento entre as civilizações.

FICHA TÉCNICA
Direção: Marco Bechis
Roteiro: Marco Bechis, Luiz Bolognesi
Produtor: Amedeo Pagani, Marco Bechis, Caio Gullane e Fabiano Gullane
Ano: 2008
Gênero: Drama
Duração: 108’

ELENCO
Matheus Nachtergaele (Dimas)
Cláudio Santamaría (Roberto)
Alicelia Baptista (Lia)
Chiara Caselli (Beatrice)
Abrisio Da Silva Pedro (Osvaldo)
Ademilson Concianza Verga (Ireneu)
Ambrósio Vilhalva (Nadio)
Fabiane Pereira Da Silva (Maria)
Eliane Juca Da Silva (Mami)
Leonardo Medeiros (Lucas Moreira)

Terra Vermelha

11 Comentários “Terra Vermelha”

  1. Anderson Flores Diz:

    Boa tarde.
    Gostaria muito de saber onde posso comprar o filme Terra Vermelhar. Preciso com urgência para desenvolver um trabalho.
    Abraços!

  2. Adrielma Diz:

    O filme é excelente!comprova que os conflitos dos índios com os homens brancos nunca tiveram um final feliz.

  3. Thamyres Santos Diz:

    onde posso conseguir esse filme ?
    Preciso com urgencia para fazer vestibular

  4. DIOGO Diz:

    Filme excelente.Muito inteligente da parte da Universidade Federal de Grande Dourados (UFGD),em coloca-lo como parte do seu vestibular,”obrigando” os alunos que pretendem ingressar na universidade a entender,aprender e refletir sobre a carga cultural que seu estado carrega.Serei um desses vestibulandos,e fiquei muito mais interessado e apaixonado pela carga cultural,beleza e geografia do Estado.Parabéns a banca.

  5. RAUL Diz:

    Como posso ver esse filme, pois A História será muito importante para a minha PROFISSÃO

  6. Vieira Diz:

    Gostei muito.Creio que coteja duas realidades. Aquela de quem quer ter a terra para esgotá-la e dos índios que pretendem continuar convivendo com ela, vivendo com ela.
    Também me pareceu clara a função do governo atual do PT, que joga para o lado do agronegócio e colabora para o extermínio desse povo originário.

  7. Rozalina de Souza Arruda Diz:

    Que esta obra possa despertar a discussão sobre esse povo tão sofrido, sem potencializar os erros do passado, e dar um basta nas medidas paliativas,olhando os dois lados para que ambas as partes tenha o que lhes é de direito, sem prejuijos irreversíveis: A vida digna.

  8. Poliana Diz:

    Assisti agora a esse filme pelo youtube. Está dentre os melhores q já vi. Só lamento não ter entendido o diálogo entre os índios, pois nao havia legenda. Gostaria de adquiri-lo tbm. Quero revê-lo compreendendo os diálogos tupi. Brilhante.

  9. Moema Ramalho Diz:

    Alguém escreveu que o thriller do filme era “bem ruinzinho”. Eu não acho que é exatamente ruinzinho, como tb eu penso que caiu bem as outras músicas do local/ de Mato Grosso e, claro, tiro o chapéu pra música barroca do jesuita Domenico Zipoli. No entanto, me parece ser um filme feito “pra quem não tem perguntas a fazer” tanto sobre a mensagem como, no caso, sobre as músicas escolhidas, thriller, etc. Eu fiquei curiosa em saber mais sobre o que os índios cantam em seus lamentos no final do filme (felizmente eles tiveram esse pequenissimo espaço, comparados com o de D.Z.!). Será que há há em algum lugar, alguma informacao sobre o filme como arte (e, no caso, arte trágica do ser humano contra seu pp. ser)?
    Uma coisa mais: será que eu tb perdí o nome do/a responsável pela correcao do idioma, na legenda, ou será que o objetivo foi o de escrever “o falado”, mesmo quando este foi dito no portugues correto?

  10. Tânia Diz:

    Gostei muito e fiquei muito tocada com o filme.

  11. Tânia Diz:

    Gostei muito. O filme me tocou e me fez refletir.

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